segunda-feira, 28 de junho de 2010
Caminhada
Essa noite ela olhou fixa, a lua por minutos a fio enquanto caminhava solitária. Talvez quisesse, e no fundo era isso, que algum tempo que se foi, ali voltasse. Faria ela tudo diferente? Seria menos ausente? Ah como interrogações não valem nada. O que importa pra ela é o que já aconteceu e não voltara. Agora ela só pode fazer diferente de ontem.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Não vou mentir, aliás não posso negar. A minha vida precisava sim, esbarrar na sua. Não havia (acho!) antes conhecido alguém assim, tão teimoso e também gentil. Um sentimento a flor da pele, grito e sorriso, um colo nos dias em que não se quer nada escutar ou dizer.
Não vou esconder, sempre que precisei você estava lá, mesmo que com pedaços de coração colados com band-aid, só pra suportar ali forte, ou talvez nem tanto, mais uma necessidade minha, que talvez só a sua ausência me causasse, embora essa eu mesma, bem teimosa, também provocasse.
O que nos espera? e o que esperar? vamos deixar ser, eu não vou te cobrar. Sei que teremos sim: uma vida (nossa) inteira pela frente!
‘I miss you. Pig!’
Não vou esconder, sempre que precisei você estava lá, mesmo que com pedaços de coração colados com band-aid, só pra suportar ali forte, ou talvez nem tanto, mais uma necessidade minha, que talvez só a sua ausência me causasse, embora essa eu mesma, bem teimosa, também provocasse.
O que nos espera? e o que esperar? vamos deixar ser, eu não vou te cobrar. Sei que teremos sim: uma vida (nossa) inteira pela frente!
‘I miss you. Pig!’
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