segunda-feira, 28 de junho de 2010

Caminhada

Essa noite ela olhou fixa, a lua por minutos a fio enquanto caminhava solitária. Talvez quisesse, e no fundo era isso, que algum tempo que se foi, ali voltasse. Faria ela tudo diferente? Seria menos ausente? Ah como interrogações não valem nada. O que importa pra ela é o que já aconteceu e não voltara. Agora ela só pode fazer diferente de ontem.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Não vou mentir, aliás não posso negar. A minha vida precisava sim, esbarrar na sua. Não havia (acho!) antes conhecido alguém assim, tão teimoso e também gentil. Um sentimento a flor da pele, grito e sorriso, um colo nos dias em que não se quer nada escutar ou dizer.
Não vou esconder, sempre que precisei você estava lá, mesmo que com pedaços de coração colados com band-aid, só pra suportar ali forte, ou talvez nem tanto, mais uma necessidade minha, que talvez só a sua ausência me causasse, embora essa eu mesma, bem teimosa, também provocasse.
O que nos espera? e o que esperar? vamos deixar ser, eu não vou te cobrar. Sei que teremos sim: uma vida (nossa) inteira pela frente!


‘I miss you. Pig!’

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Frágil ágil cansada feliz lágrima fardo árduo:

- VIDA!

o quanto temos respeito? o quanto existe de paciência?
ainda existe por ai ou aqui a compaixão? coração?
certo ou incerto? são tantas questões!

E a vida segue, de brisa ou tempestade!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Tarde


A vida dela segue. Leve, leve esse tempo. Olhares sorrisos abraços cores lágrimas vida. É como se ela fosse eterna, como se não fosse. Luta por seus desejos, cai e quer levantar, ela tem que levantar, ela se levanta. Respira transpira pulsa usa abusa. Olha o céu, o sol e as nuvens, queria poder flutuar. Suave vem a brisa e ela se põe a sonhar.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Coração Tranquilo

"Tudo é uma questão de manter
A mente quieta,
A espinha ereta
E o coração tranquilo."

É devemos sim ter corações tranquilos. A vida parece às vezes tão sem valor. A violência deveria ter ficado nos tempos de Idade Média, ou melhor, não deveria nunca ter existido. E nós ainda nos intitulamos seres de alta racionalidade!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Fez-se assim

Pulsa o coração. E as palavras incertas que não saem dos lábios, estão entaladas na garganta. Quem dera fosse mais fácil, mas quem sabe se é assim mesmo, tão difícil. É, há tão pouco sentido, quase tanto quanto o que se sabe que ela tem. No momento não se importa, quer fechar a porta, os olhos e sentir o coração pausar.